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sábado, 26 de julho de 2014

Fica a Dica!

Sempre é bom colocar aqui dicas de grandes escritores de como escrever um livro. Para aqueles que estão começando, ou até mesmo para aqueles que já adiquiriram um certo grau de esperiencia no mundo da escrita, é bom ler, ouvir dicas de varios autores diferente. Vamos nessa?

Muitas de vocês aqui estão calejados de tanto ouvir algumas dessas dicas, mas como eu disse, é sempre bom ouvr dicas de quem já publicou e fez sucesso com alguns livros. Encontrei essas dicas e pensei: vale a pena compartilhar :)

Laurentino Gomes, autor do sucesso 1808 e do recém-lançado 1822, recebeu a equipe do iG em sua casa e deu dez dicas para quem quer escrever um livro de não-ficção. Leia as lições do escritor abaixo e produza:



Lição 1: O fundamental é saber escrever e isso só se aprende lendo outros livros. Apenas dessa maneira um autor aprende a dominar as ferramentas que a língua portuguesa oferece para contar uma boa história.
Lição 2: Um livro precisa ser planejado. O escritor precisa saber qual é o assunto de sua preferência, respeitando a sua vocação.
Lição 3: Pesquisar profundamente. Um livro é mais resultado de trabalho braçal e suor do que de inspiração. Uma obra de não-ficção é resultado de uma longa construção sobre aquele assunto que outros escritores fizeram.
Lição 4: Um escritor ou um jornalista não pode ser um franco atirador. É importante buscar uma boa orientação, um especialista que possa orientá-lo sobre as melhores fontes, as mais adequadas.
Lição 5: É importante planejar o corpo do livro. Ao ler as obras de referência o autor já pode imaginar quais serão os capítulos de seu trabalho. Sem esse planejando fatalmente o escritor vai trabalhar além do necessário ou muito menos.
Lição 6: Um livro é um produto como outro qualquer. Por isso é preciso ser disciplinado e cumprir prazos. O autor precisa dedicar-se duas, três horas diárias para rever sua pesquisa, ler o capítulo, saber para onde vai e escrever.
Lição 7: Preocupar-se com as referência bibliográficas, anotando a origem de todas as referências utilizadas no livro.
Lição 8: Uma vez feita a pesquisa e organizadas as informações em capítulos chega o momento da edição da obra. É importante ser muito seletivo e criterioso na escolha das informações. Mesclar elementos pitorescos com informações mais profundas pode garantir um sabor especial ao livro.
Lição 9: É importante ter um bom editor, uma pessoa que possa ajudar na tarefa técnica de editar a obra, fazer a capa, a diagramação, organizar os capítulos... Bata na porta das editoras, leve o projeto do livro, defenda sua ideia. Se você não convencer um editor, provavelmente não convencerá o leitor.
Lição 10: A recomendação final é trabalhar na divulgação da obra após sua publicação. O melhor garoto propaganda de um livro é o seu próprio autor. Participe de feiras literárias, procure pela obra nas livrarias, dê entrevistas, contrate uma assessoria de imprensa. Tudo isso vai ajudar o livro em sua trajetória.
PS: Como estou meio sem tempo, culpa dos estudos rsrs, estou tendo problemas em trazer conteudos novos. Mas não se preocupem, pois tentarei ao maximo não largar nenhum de vocês na mão. Abraços.
Link da materia original: Como Escrever um Livro.
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terça-feira, 8 de outubro de 2013

Processo de Escrita

  

  Você sabia que há um processo de escrita que muitos escritores seguem naturalmente? Se você está começando a sua, digamos, carreira de escritor(a) seguir esse processo de escrita pode te ajudar muito.
Eu vou explicar o que cada etapa do processo de escrita envolve, e vou dar algumas dicas para cada seção.

1. Pré-escrita:

  Você com certeza já deve ter ficado horas e horas olhando para um pedaço de papel ou um documento em branco na tela de seu computador, certo? Bem, com isso você pulou uma etapa vital no processo de escrita: os pré-escritos.
  Pré-escritos é tudo aquilo que você faz antes de iniciar o seu rascunho. É como “chegar” com uma ideia...

Ideias e Inspiração:

  Ideias são tudo aquilo que esta ao seu redor. Se você quiser escrever, mas não tem nenhuma ideia, tente:
  • Escrevendo sobre os incidentes de sua vida diária, ou da sua infância.
  • Manter um caderno de ideias - anotar os pensamentos que ocorrem ao longo do dia.
  • Criar um personagem vivo, e depois escrever sobre ele / ela.

 Dica: Depois que você tiver uma ideia, tente expandi-la. Não cometa o erro de pular direto para o seu texto - você vai acabar com um pedaço de historia mal estruturado.

Com base na sua ideia:

  Trata-se de alguns métodos populares que você pode utilizar para adicionar carne aos ossos de sua ideia:
  • Escrita livre: Abra um novo documento ou inicie uma nova página, e escreva tudo o que vem à sua cabeça sobre o tema escolhido. Não pare de escrever, nem mesmo quando e se você cometer erros.
  • “Tempestade de Ideias”: Escrever a ideia ou tópico no centro de sua página. Faça linhas ligando essa ideia a ideias que surgem a partir dela - sub-tópicos ou instruções que você poderia ter com o artigo.

  Depois de ter feito um ou algumas, você poderá transformar tudo em uma ideia maior criando assim uma historia.

Planejamento e Estrutura:

  Algumas partes da escrita vai exigir mais planejamento do que outras. Normalmente, as partes mais longas e trabalhosas exigem bastante da nossa mente.
  Primeiro, decida quais as ideias que você vai usar. Durante a sua escrita livre e “tempestade de ideias”, você vai formar muitas ideias legais. Algumas pertencem a esta parte da escrita: as outros podem ser mantidos para trabalhos futuros.
  Em seguida, decida como colocar essas ideias. Às vezes, o tema vai tornar isso fácil: neste artigo, por exemplo, fazia sentido dar cada passo do processo de escrita em ordem. Para uma história curta, experimente a história em oito partes.

2. Escrita:

  Sente-se com o seu plano em mãos, e comece o seu primeiro projeto (também conhecido como esboço ou rascunho ). Nesta fase, você não precisa pensar em contagem de palavras, gramática, ortografia ou pontuação. Não se preocupe se você errou alguma coisa ou se algumas seções do seu plano não se encaixam muito bem. Basta continuar escrevendo!
  Se você é um escritor novo, pode ficar surpreso ao saber que os autores profissionais passam por vários rascunhos antes de ficarem felizes com o seu trabalho. Esta é uma parte normal do processo de escrita - ninguém acerta de primeira.
   Algumas coisas que muitos escritores acham útil quando se trabalha com a primeira versão incluem:
  •  Deixando, pelo menos 30 minutos para se concentrar: é difícil estabelecer um fluxo de escrita se você parar o tempo todo quando esta escrevendo.
  • Indo a algum lugar onde não haja interrupções: a biblioteca ou café podem ser um ótimo lugar caso você não tenha uma lugar tranquilo em casa para escrever.
  • Se desligar das distrações: se você esta escrevendo seu projeto (rascunho) no computador eu o aconselho a desligar a conexão com a internet. Isso irá fazer maravilhas para a sua concentração!

  Você pode escrever vários rascunhos, especialmente se você estiver trabalhando com ficção.

  Dica: A escrita requer concentração e energia. Se você é um escritor novo, não tente escrever por horas sem parar. Em vez disso, se de um limite de tempo (como 30 minutos) para realmente focar. Não vai inventar de verificar e-mail ou entrar no Facebook, por favor! :P

3. Revisão:

  Rever o seu trabalho é um pouco chato, mas, muito importante. Você pode remover seções inteiras, reescrever parágrafos inteiros, e adicionar informações que com certeza o leitor vai precisar. Todo mundo precisa fazer revisões - até mesmo escritores talentosos .
  A etapa de revisão é utilizar a abordagem ARRR (Adicionando, reorganizando, remover, substituir):
  • Adicionando: O que mais o leitor precisa saber? Se você ainda não encontrou as palavras certas, que áreas você pode expandir? Talvez este seja um bom momento para voltar às suas notas pré-escritos e procurar por ideias que você não usou.
  • Reorganizando: Mesmo depois de muito planejamento, as seções escritas por você podem precisar ser reorganizadas. Talvez você descubra que o argumento utilizado ficaria melhor se você reordenar seus parágrafos. Talvez você tenha escrito um conto que se arrasta no meio e tenha um final rápido demais.
  • Remoção: Às vezes, uma de suas ideias não funciona. Talvez você já tenha passado sobre a contagem de palavras, e você precisa tirar alguns parágrafos. Talvez essa história engraçada não se encaixa com o resto do seu artigo. Neste caso não tenha medo de remover alguma frase ou até mesmo paragrafo.
  • Substituir: Será que acrescentar mais detalhes ajudaria a tornar sua historia mais real? Você precisa olhar para exemplos mais fortes e citações para apoiar o seu argumento? Se um parágrafo especial, não está funcionando, tente reescrevê-lo.


  Dica: Se você não tiver certeza se o que fez esta ou não funcionando, que tal mostrar o que escreveu a alguém. Isso pode até gerar um círculo de escritores, ou talvez você encontre um amigo que seja bom com as palavras. Peça-lhes feedback. É bom você mostrar o seu trabalho para várias pessoas, assim terá bastante opiniões. Seja maduro(a) e aceite bem as criticas.

4. Edição:

  A fase da edição é diferente da revisão, e deve ser feito após termina-la. Para editar, vá até a sua historia e verifique linha por linha, e certifique-se de que cada frase e palavra são tão boas quanto possível. Algumas coisas a serem verificadas são:
  • Você já usou a mesma palavra varias vezes em uma frase ou parágrafo? Use um dicionário para encontrar alternativas.
  • Alguma das suas frases é difícil de ser entendida? Reescreve-as para tornar o que você escreveu mais claro.
  • Que palavras você poderia cortar para tornar uma frase mais marcante? Palavras como "apenas" "bastante", "muito", "verdade" e "geral", muitas vezes podem ser removidas.
  • Suas frases estão gramaticalmente corretas? Mantenha um olhar atento para problemas como a concordância entre sujeito e verbo e preste atenção em como você usa o tempo passado, presente ou futuro.
  • Está tudo escrito corretamente? Não confie em seu corretor ortográfico – ele não vai pegar todos os erros. Revise quantas vezes for necessário.
  • Você usou sinais de pontuação corretamente? Vírgulas muitas vezes causam dificuldades. Se ligue nas pontuações

  Dica: Imprima o seu trabalho. Muitos escritores acham mais fácil detectar erros desta forma.




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Escrevendo em Partes

Aprenda a escrever historias utilizando as oitos partes.



As oito partes de watts são:

Ponto de Partido
Gatilho
A busca
Surpresa
Escolha crítica
Clímax
Reversão
Resolução

  Watts explica que cada trama clássica passa por estas fases e que não costuma usá-los para planejar uma história, mas usa os pontos durante o processo de escrita:

  Vou explicar cada um deles.

Ponto de Partido:

  Este é o "dia a dia", no qual a história se passa. Pense na Cinderela limpando, passando, lavando e cozinhando para sua madrasta má e suas duas irmãs horrorosas. Pense em João (de João e o pé de feijão) que vive na pobreza, com sua mãe e uma vaca, ou em Harry Potter que vive com os Dursley.

Gatilho:

  Algo que o protagonista (o herói / heroína) não pode controlar é o gatilho que desencadeia a história. A fada madrinha aparece, alguém paga em feijões mágicos não de ouro, uma misteriosa carta chega ... você começa a desenrolar a historia.

A busca:

  Os resultados do gatilho podem se tornar uma busca - um gatilho desagradável (por exemplo, a protagonista perder o emprego) pode acabar envolvendo a protagonista numa busca para retornar ao status do qual fazia parte, um gatilho agradável (ex.: encontrar um mapa do tesouro), significa uma busca para manter ou aumentar o novo estado agradável.
  Lembra dos exemplos que dei no ponto de partida utilizando a Cinderela o João e o Harry Potter? Então pense nessas historia (com certeza você conhece pelo menos uma delas) e no gatilho dessas historia e depois na busca que esse gatilho gerou... Você terá uma ideia melhor do que é a busca.

Surpresa:

  Esta etapa envolve não um, mas vários elementos, e ocupa a maior parte do meio da história. "Surpresa" inclui eventos desagradáveis, como obstáculos, complicações, conflitos e problemas para a protagonista.
  Watts enfatiza que surpresas não devem ser muito aleatórios ou muito previsíveis - eles precisam ser inesperados, mas plausíveis. O leitor tem que dizer "Puxa! Eu deveria ter visto isso!”

Escolha crítica:

  Em algum momento, o protagonista precisa tomar uma decisão crucial, uma escolha crítica. Isso é muitas vezes quando o personagem descobre exatamente quem ou o que é, quando personalidades reais são revelados em momentos de alta tensão. Watts salienta que isso tem que ser uma decisão do personagem - e não apenas algo que acontece por acaso.
  Em muitas histórias clássicas, a "escolha crítica" envolve a escolha entre o bem e o mal, um caminho fácil, ou o difícil, entre a pessoa amada e a solidão, entre matar ou não.
  Em tragédias, o final infeliz muitas vezes acontece por que um personagem faz uma escolha errada em algum momento - se ao ver Julieta supostamente morta, por exemplo Romeo acaba se matando.

Clímax:

  A escolha crítica(s) feita por seu protagonista precisa resultar no clímax, o pico mais alto de tensão, em sua história.
  Para algumas histórias, este poderia ser um pelotão de fuzilamento nivelando suas armas e se preparando para atirar, uma batalha começando, uma perseguição em alta velocidade ou algo igualmente dramático. Em outras histórias, o clímax pode ser uma enorme discussão entre marido e mulher, ou uma briga entre crianças, ou Cinderela e as irmãs feias tentando calçar o sapatinho de cristal.

Reversão:

  A reversão deve ser a consequência da escolha crítica e do clímax, e deve alterar o status dos personagens - especialmente o seu protagonista. Por exemplo, uma mulher oprimida pode deixar o marido depois de uma briga, uma criança intimidada por alguém pode se deixar de ser uma vítima e perceber que o seu agressor não tem mais nenhum poder sobre ela; Cinderela pode ser reconhecida pelo príncipe.
  “Suas reversões devem ser inevitáveis e prováveis. Nada deve acontecer sem motivo, mudanças não devem cair do céu. A história deve se desenrolar como a vida se desenrola: implacável, implacável, e plausível.”

Resolução:

  A resolução é um retorno a um novo ponto de partida - onde os personagens devem ser mudados, se tornando mais sábios e iluminados, mas onde a história que está sendo contada é completa.
(Você pode sempre começar uma nova história, uma continuação, com outro gatilho ...)

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sábado, 20 de outubro de 2012

Citações de escritores: Escrevendo em todo lugar

Uma das coisas maravilhosas sobre a escrita é que você pode fazê-lo em qualquer lugar. Você pode fazer isso durante seu dia, você pode trabalhar em histórias e poemas em sua cabeça a qualquer hora. Você pode criar uma historia fascinante a partir de uma conversa com você mesmo.

Aqui estão algumas citações de autores famosos sobre quando e onde escrever.

"Se você é um escritor e se encontra esta atrás de um muro de silêncio e não importa o que está fazendo, dirigindo um carro ou fazendo tarefas domésticas pode ainda escrever, porque você tem esse espaço."
- Joyce Carol Oates

"A melhor hora para planejar um livro é enquanto você está lavando os pratos."
- Agatha Christie

"Em qualquer trabalho que eu tinha, eu estava sempre escrevendo como um louco.  O que eu mais gostava era de trabalhar em escritórios onde eu pudesse escrever histórias no computador quando ninguém estava olhando. Nunca fui de prestar muita atenção nas reuniões, porque sempre estava rabiscando em pedaços de papel, ou pensando em nomes para meus personagens.
Um grande problema quando você está suposto a tomar ata da reunião (risos)."
- J.K. Rowling

"Eu coloquei um pedaço de papel debaixo do meu travesseiro, e quando eu não consigo dormir eu escrevo no escuro."
- Henry David Thoreau

Se há dias em que você não tem tempo para escrever, tentar escrever quando estiver em movimento. 


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sábado, 29 de setembro de 2012

Desanimado(a)?


Precisa de alguma motivação para escrever? Se você está procurando um bom motivo para escrever, aqui estão cinco deles.


Escrever ...



1) para se expressar.

Compartilhe o melhor de si mesmo. Direcionar as conversas para o que é importante, expressar os sentimentos secretos e percepções que não se encaixam em uma conversa normal. Mostre sua visão pessoal do mundo, que é única.



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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Como fazer as escolhas certas para sua historia?


Assim como na vida na sua historia você também terá que fazer escolhas. Sempre que vamos escrever uma história, há certas decisões que temos que tomar. Como por exemplo: Será que a minha história deve ser escrita na primeira pessoa?

Exemplo: "Eu cheguei em casa e encontrei um zumbi na minha cozinha"

Ou talvez na terceira pessoa:

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sexta-feira, 9 de março de 2012

7 Dicas para escrever bons artigos

 Às vezes é uma pergunta que fazemos a nós próprios, o meu blog tem um bom conteúdo? É uma daquelas perguntas repetidas tantas vezes que é difícil responder. No entanto, por que razão vamos ter um bom conteúdo? Por que não aspiram a inutilizar as excepcionais do conteúdo dos artigos? Todos podem escrever regularmente um conteúdo, mas a Internet está inundada com este tipo de artigos. Se você realmente deseja atrair uma multidão que efetua para o seu blog com bons artigos, eu vou dizer algumas dicas que vocês deverão usar para ser mais fácil criar a qualidade dos artigos:

Aqui estão as 7 dicas para Você escrever bons artigos:



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Os 7 Mandamentos Para Se Escrever Bem.



01 – Descubra quem é o seu público. Para quem você quer escrever? Você está escrevendo para um iniciante, intermediário, avançado ou uma platéia? Por exemplo, se você estiver escrevendo um artigo sobre "Criação de slides do PowerPoint," são para os leitores novatos em PowerPoint, ou para pessoas de negócios procurando dicas avançadas?
02 – Faça uma pesquisa para saber se alguém já escreveu aquilo que você quer escrever. Tente ser o mais original possível. Se alguém já escreveu o que você queria, mude os tópicos do seu artigo ou escreva um artigo melhor!

03 – Compile uma lista de possíveis fontes para você consultar enquanto escreve. Isso pode incluir documentos, pesquisa na Internet e as pessoas para conversar.
04 - Escreva ou um esboço, ou um resumo do seu artigo. Isso irá ajudar a trazer o conceito do artigo em foco mais nítido. Tente fazer: Breve introdução – Corpo e Conclusão. O artigo precisa ter começo meio e fim.
05 – Escolha um lugar tranqüilo para escrever, um lugar silencioso onde você não será interrompido. Muitas pessoas não conseguem escrever um texto porque não conseguem se concentrar.
06 – Mostre seu artigo para amigos e familiares, e peça para eles dizerem o que acharam. Aceite todas as críticas numa boa. Melhore, reescreva quantas vezes for necessário. No início o caminho é árduo mesmo. Lembre-se: escrever é um exercício.
07 – Leia muitos artigos antes de escrever o seu. Está provado: quem lê muito, escreve bem. É conseqüência. É isso aí, até a próxima! 

Entre: O Artigo para ver mais dicas!
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Dialogar...


  Escrever diálogos é uma das partes mais difíceis da escrita criativa. Os novos escritores frequentemente pensam que escrever diálogos é fácil, afinal de contas conversamos todos os dias, em casa, na escola, no trabalho, no curso, no barzinho, lanchonete, etc. Mas o que os novos escritores de história rapidamente percebem é que um diálogo no contexto de uma história requer muito mais trabalho do que uma conversa, ou "troca de ideias" num barzinho.

  Às vezes, o diálogo é melhor quando é colocado em uma forma resumida, em vez da forma desenhada de uma conversa real. Se você pensar sobre isso, vera que nossas conversas são chatos de ler, em sua maior parte. Nossa forma de conversar se escrita ficaria mais ou menos assim:


"Oi Thiago", disse Carla. 

"Oi," Thiago respondeu. 

"O que há de errado?" Carla perguntou. 

"Nada", disse Thiago. 

"Sério? Você não esta agindo como se nada estivesse errado."

  Diálogo muito cansativo, não é? Mas em uma conversa dentro da narrativa, o escritor pode transmitir informações que não são suficientemente importante para merecer seu segmento no próprio diálogo. Você pode pensar no diálogo com sentimentos que são verbalizados de forma abreviada.

  Em vez de escrever um diálogo como o descrito acima, um escritor poderia descrever a cena:

"Oi Thiago." 

Olhando para os sapatos e com as mãos no bolso, Thiago chutou uma pedra com o pé. 

"Oi," respondeu ele. 

Olhando-o Carla poderia dizer que algo estava errado.



Mostre a eles

O que você precisa ter em mente é que um diálogo deve definir o cenário, a ação antecipadamente, dar dicas sobre caracterização. Você quando conversa não esta apenas falando mais sorrindo, gesticulando, fazendo caras e bocas, tocando, etc.

  Acrescente mais coisas ao dialogo ao invés de só a fala do personagem. Mostre o que o personagem esta fazendo, sentindo enquanto fala.

  "Mas eu não quero ir dormir ainda", lamentou.
   
   Em vez de dizer ao leitor que o garoto só lamentava no exemplo acima, um bom escritor irá descrever a cena de uma forma que evoca a imagem de um menino se lamentando:

   Parada na porta com os punhos cerrados ele fitava sua mãe. Seu rosto estava vermelho e havia lágrimas em seus olhos. "Mas eu não quero ir dormir ainda.", lamentou ele.

Dicas legais  

  Escutar. Você deve sempre levar um pequeno caderno com você para escrever frases, palavras ou conversas para te ajudar a desenvolver o seu ouvido interno.
  Leia! Leitura vai aprimorar suas habilidades criativas. Ela vai ajudar a familiarizar-se com a forma e fluxo de narração e diálogo até que se torne mais natural em sua escrita.
  Como com qualquer coisa, a prática leva a perfeito. Nem mesmo os melhores escritores acertaram da primeira vez. Comece escrevendo em seu diário.


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terça-feira, 21 de setembro de 2010

Descrevendo Personagens

Resolvi não colocar descrição III como titulo desse post pois descrever personagem é uma das dificuldade que muitos encontram quando iniciam a escrita.

A) A DESCRIÇÃO DE PERSONAGEM: FÍSICA E PSICOLÓGICA

Ao descrever uma personagem, você poderá fazê-lo de duas maneiras:

a) aspectos físicos – corpo, voz, roupa, andar, etc.

“A pele suave daquela menina era como pêssego maduro, colhido da árvore, os olhos negros e redondos faziam par com os longos e encaracolados cabelos, e o sorriso meigo dos lábios carnudos eram um convite ao beijo.”

b) aspectos psicológicos – caráter, estado de espírito, comportamento, etc.

“Era de uma bondade de fazer inveja, os olhos alegres brilhavam como lamparinas em noite sem lua, a voz invadia os ouvidos como canto de flauta, se pudesse ficaria ali, prostrado a vida toda ouvindo os ensinamentos do mestre.”
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A descrição II

DESCRIÇÃO SENSORIAL
É um tipo de descrição, conhecida também por sinestésica, que se apóia nas sensações. A descrição sensorial torna o texto mais rico, forte, poético; faz com que o leitor interaja com o narrador e com a personagem.

As sensações são:

Visuais: relacionadas à cor, forma, dimensões, etc.

“Era um olho amendoado, grande, dum azul celestial, de traços suaves...”
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A descrição I

DESCRIÇÃO OBJETIVA E SUBJETIVA

A descrição é a representação, por meio de palavras, das características de um objeto que as distinguem de outros. A descrição tem por objetivo transmitir ao leitor uma imagem do objeto descrito. Podendo ser:

Objetiva: quando retratamos a realidade como ela é. Subjetiva: quando retratamos a realidade conforme
nossos sentimentos e emoção.

Descrição objetiva:

“A cômoda era velha, de madeira escura com manchas provocadas pelo longo tempo de uso. As três gavetas possuem puxadores de ferro em forma de conchas, nas duas laterais há ornamentos semelhantes àqueles de esculturas barrocas, os pés são redondos e ornamentados.”

Descrição subjetiva:

“Dona Cômoda tem três gavetas. E um ar confortável de senhora rica. Nas gavetas guarda coisas de outros tempos, só para si. Foi sempre assim, dona Cômoda: gorda, fechada, egoísta.”
(QUINTANA, Mário, Sapo Amarelo, Porto Alegre Mercado Aberto, 1984, p. 37).

Como podemos observar, a cômoda foi descrita de duas maneiras diferentes.
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A coerência




É muito confusa a distinção entre coesão e coerência, aqui entenderemos como coerência a ligação das partes do texto com o seu todo. Ao elaborar o texto, temos que criar condições para que haja uma unidade de coerência, dando ao texto mais fidelidade.

“Estava andando sozinho na rua, ouvi passos atrás de mim, assustado nem olhei, saí correndo, era um homem alto, estranho, tinha em suas mãos uma arma...”

Se o narrador não olhou, como soube descrever a personagem?

Observe outra situação:
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Coesão



   Para que um texto apresente coesão, devemos escrever de maneira que as ideias se liguem umas às outras, formando um fluxo lógico e contínuo. Quando um texto está coeso, temos a sensação de que sua leitura se dá com facilidade. 

   Há, na língua, muitos recursos que garantem o mecanismo de coesão:

   * por referência: Os pronomes, advérbios e os artigos são os elementos de coesão que proporcionam a unidade do texto.

   Exemplo:
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